Sou Vânia M. Trindade e minha vocação vem da infância!

Sou Vânia M. Trindade e minha vocação vem da infância!

Sou Vânia M. Trindade e minha vocação vem da infância!

Sejam bem vindos ao nosso blog sobre Educação! O objetivo deste canal de comunicação é atender a pais, alunos, professores e educadores em geral que buscam a atualização e melhoria constante no seu fazer educativo.

Aqui irei compartilhar periodicamente textos, vídeos e dicas valiosas sobre o processo de educar crianças e jovens.

Sou Vânia Mesquita Trindade, tenho 37 anos, sou formada em Pedagogia e Mestre em Educação Escolar pela Unesp – Araraquara. Possuo 19 anos de experiência como educadora atuando em educação de Jovens e Adultos, escolas públicas e privadas como professora de Artes e professora polivalente, professora de Filosofia no ensino fundamental 2 e Médio e professora universitária no curso de Pedagogia em São Paulo – SP. Atualmente sou mantenedora e diretoria escolar do Colégio Leaders School Parthenon em Campinas – SP onde a 10 anos exerço com alegria a função de acompanhar de pertinho o desenvolvimento de alunos e alunas que amo, as suas famílias e também a formação continuada de educadores comprometidos com uma educação de excelência.

Minha vocação vem da Infância!Sejam bem vindos ao nosso blog sobre Educação!

Comecei a lecionar ainda criança na verdade, pois adorava brincar de escolinha e ser a professora.  Fui crescendo e percebendo que, mesmo maior, as crianças ainda gostavam de estar perto de mim. E quando chegou a hora da escolha da faculdade, ainda com 17 anos de idade, a Pedagogia me chamou e realmente nos encontramos para uma vida cheia de significado e amor a profissão.

Agora que me apresentei, você pode se perguntar. Por que acessar a este blog, em meio a tantos outros disponíveis?

Eu respondo: Percebi nesses meus 19 anos de estudos e vivências em educação que precisamos ter uma visão atual e significativa do processo de educação em escolas, nas famílias e principalmente nos alunos. Uma visão adequada é primordial para o desenvolvimento saudável de crianças e jovens, mas infelizmente, muitas vezes não chega ao conhecimento e prática da maioria dos educadores e das famílias.

A falta de clareza do real papel do educador e da grande influência que se tem, positiva ou negativamente do educando, seja este um aluno ou um filho, um familiar, etc. resulta em dificuldades e obstáculos desgastantes ao longo da formação destes alunos e alunas, destes filhos e filhas. Há muita repetição de práticas e conceitos ultrapassados (que não são compreendidos pelas crianças e assim não veem a importância de adotar essas praticas e conceitos para suas vidas). Temos, todos os dias, muito mais do mesmo que o que resulta a perpetuação de bloqueios, desgostos, ranços, e traumas emocionais. Vale ressaltar aqui que não sou aquela que quer destruir o que a história da educação construiu. Existem muitos tesouros do passado e não os desprezo mas, ressalto aqui a necessidade da  ponderação e análise sobre tudo que é “velho” ou “novo” quando se trata de educação.

A dificuldade em acertar! Sejam bem vindos ao nosso blog sobre Educação!

Os pais tem agido com seus filhos repetindo ou rejeitando totalmente o que vivenciaram na educação que receberam de seus pais quando pequenos. Os professores muitas vezes repetem o que seus professores no passado faziam. Ou, a partir de experiências frustrantes no passado, querem reinventar a roda sem critérios pré-estabelecidos. Dessa forma, a educação se torna pesada, cansativa e não alcança a finalidade desejada. Quantas reclamações ouvimos de pais?

Quem nunca ouviu as seguintes frases:

“ Meu filho é terrível, não sei mais o que fazer, não me obedece!”

“Eu estou perdendo a paciência!”

“Minha filha não sai do celular. Não me ouve!”

Ou estas frases de professores: Sejam bem vindos ao nosso blog sobre Educação!

“ Minha turma não avança, tem muito problema de comportamento.”

“Meus alunos não aprendem! Não tem interesse, estão só pensado em internet”…

E por aí vai…

Qual tal então parar de reclamar e passar buscar soluções efetivas?

As coisas podem ser simples, muito mais do que se imagina. E o primeiro passo é querer mudar, querer transformar-se e desconstruir algumas verdades já desgastadas dentro de nós! Sabe por que?

Porque toda mudança parte primeiro dentro de nós mesmos, não do ambiente nem dos outros. É preciso parar de culpar quem está ao nosso redor quando as coisas não vão bem e sim, partir de uma formação e transformação interior, saindo do comodismo e do “-Eu já sei tudo!”

A educação é para mim a ferramenta mais poderosa que temos para mudar o mundo. E a mudança só começa quando mudamos nosso interior primeiro; nossos pensamentos, sentimentos e atitudes.

Sim, eu acredito na educação. Amo meu trabalho , amo pessoas, amo o humano e sei que cada um pode ser cada vez melhor. Amo ver brotar as sementes que regamos dia a dia com tanto carinho. Todos nós, adultos, jovens e crianças, temos em potência, o melhor a oferecer. Podemos sim fazer deste mundo um meio ambiente equilibrado e feliz para se viver e conviver.

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A transformação do processo educacional, tanto em seus fundamentos quanto em sua metodologia

Com a palavra a diretora pedagógica e mantenedora da LEADERS SCHOOL – Vânia Mesquita Trindade Silva – Pedagoga e Mestre em Educação

Falar sobre uma visão de educação escolar de qualidade não é tarefa fácil pois existem muitas maneiras de se encarar o processo educativo. Hoje em dia temos acesso a uma vasta literatura com muitas teorias e diferentes metodologias de ensino que visam objetivos específicos em cada uma delas.

Porém, na minha experiência cotidiana com as práticas pedagógicas que trabalho e já trabalhei, posso elencar seis itens essenciais para uma visão educacional que contempla de forma precisa uma formação significativa e efetiva aos educandos.

1) Em primeiro lugar é preciso enxergar o educando numa dimensão holística do ser, ou seja, o ser humano em sua totalidade. O aluno não chega em pedaços fragmentados na escola; ele é corpo, alma, espírito, intelecto, emoção, um ser histórico e social. Cada elemento compõe um ser completo e estes elementos devem ter o mesmo grau de importância e relevância na observação e no fazer pedagógico. Nesse sentido devemos entender também cada indivíduo como único; singular. Cada um tem suas necessidades, seu tempo de aprender, sua fase de desenvolvimento, necessita de cuidados e atenção específicos e tem também suas potencialidades particulares a serem desenvolvidas. Nesse sentido, todos são capazes e ao mesmo tempo demandam um olhar específico e atento por parte do educador. Não existe “turma homogênea” com os mesmos níveis intelectuais, mesmos comportamentos, mesmas habilidades e mesmas necessidades. Devemos prestar atenção nas necessidades e habilidades individuais, respeitando a heterogeneidade de uma sala de aula.

2) O ensino deve ser significativo. Não há aprendizagem efetiva de nada que seja forçado e sem propósito. Há apenas uma memorização vazia de sentido para o aluno, pois não foi gerado o encantamento, mas apenas uma necessidade de se cumprir um programa. O conhecimento deve encantar o aluno e aguçar sua curiosidade. Chega de apostilas com uma quantidade absurda de conteúdos bimestrais a cumprir que não chegam até a sua real significação para os educandos, pois, corre-se contra o tempo para cumprir os prazos, metas e resultados em provas, esquecendo-se que o aluno precisa ser conquistado pelo saber para que o saber o conquiste de volta.

3) A afetividade é outro ponto crucial na educação escolar. Ela muda radicalmente o rendimento de uma sala de aula em qualquer faixa etária. De que afetividade estamos falando? Temos aqui 3 aspectos importantes:

A) A relação afetiva do professor com a sua profissão, já que é preciso ter um propósito maior quando o assunto é ser educador;

B) A relação afetiva com a sua turma, pois o professor precisa gostar de trabalhar com seus alunos e valorizar e vibrar a cada pequena conquista com emoção, bem como ser um colaborador nos momentos de crise.

C) A relação afetiva com o conhecimento. Como é bom estabelecer um contato com um professor que ama o conteúdo que ministra, ele nos fascina, pois está fascinado, ele nos encanta, pois está encantado. Me lembro que foi assim que comecei a gostar de física. Meu professor de todo o Ensino Médio, (antigo 2o Grau), entrava e saía da sala respirando física, alegrava-se com cada fórmula, com cada desafio, vibrava com nossos acertos, encorajava a tentar de novo a cada erro. Quem diria que eu, pessoa muito voltada para a área das ciências humanas, gostaria de física? Culpa daquele professor que deixou a Física afetá-lo positivamente e me contagiou.

4) Interação; a sala de aula entendida como uma comunidade de investigação: Falar aqui em Pedagogia sócio-interacionista citando (Lev Vygostsky1896-1934) não é dizer que é a única forma que se ensina e aprende. Mas quero ressaltar a importância e os resultados dessa vertente. Proporcionar aos alunos um ambiente de aprendizagem por meio da interação, com o professor assumindo o papel de mediador dessa relação, torna o discente um agente ativo do saber. O aluno é um ser histórico e social e, portanto, carrega consigo saberes e interesses próprios. Oportunizar um ambiente interacionista revela que o conhecimento não é estanque e que pode transformar e ser transformado numa relação dialética, estando sempre atualizado e no centro dos interesses e inquietações dos estudantes, gerando criticidade, criatividade e evolução.

5) Inovação: parafraseando Fernando Pessoa; Inovar é preciso.  A perspectiva da inovação na área educacional deve acontecer urgentemente em pelo menos 2 âmbitos principais:

A) inovação do fazer pedagógico, no qual os educadores se auto avaliem constantemente e busquem novas maneiras de cativar e encantar seus alunos, perceber novas conexões com o mundo, observando seus alunos e como se envolvem com o conhecimento, trazendo uma nova didática, uma nova organização da classe, uma aula fora do âmbito de quatro paredes, etc.

B) Inovação na proposta pedagógica da instituição: os responsáveis pelas instituições de ensino devem estar sempre em busca de novos conhecimentos, revendo também seus currículos escolares e espaços de aprendizagem. Hoje em dia, por exemplo, a valorização de novas tecnologias, do desenvolvimento sócio emocional, da área da sustentabilidade e a ênfase numa nova visão do papel do educador, revelam à escola um caminhar mais eficiente do que as escolas que valorizam demais o conteúdo em detrimento do aluno.

6) Formação continuada e acompanhamento do trabalho docente: Para que as cinco perspectivas anteriores sejam efetivadas na prática, se torna essencial o investimento em uma formação continuada da equipe, bem como investir tempo no acompanhamento do trabalho do professor, colaborando para que seu trabalho esteja condizente com a visão da escola nas perspectivas da inovação, da afetividade, da interação, da significação, bem como se o educador está observando o seu aluno de maneira global, agindo nas áreas que ele necessita, para que juntos, alcancem a excelência.

Páscoa – Ovos, Coelhos, chocolate e educação escolar

Páscoa - Ovos, Coelhos, chocolate e educação escolar. Para que serve a educação nas escolas?  Para perpetuar e reforçar o que já está dado como pronto e acabado sem reflexão?

Páscoa – Ovos, Coelhos, chocolate e educação escolar.

Senhoras e senhores, na Páscoa, vamos fazer da educação escolar algo diferente do que já está imposto no mundo do consumo?  Para que serve a educação nas escolas?  Para perpetuar e reforçar o que já está dado como pronto e acabado sem reflexão?  Ou para mostrar outras possibilidades de se ver, pensar e participar do mundo que nos cerca?

Educação é transformação

Ora, se a educação não for transformação ela perde seu papel uma vez que não gera nada inovador e só mostra o que todo mundo já sabe.
É preciso refletir sobre seu papel a todo instante para não cairmos no “mais do mesmo”. Nesta época de Páscoa, por exemplo, por que em pleno século XXI, estamos ainda falando tão somente do coelhinho da Páscoa nas escolas?
Pessoal, o coelhinho é lindo, mágico,  toda criança gosta e isto também serve para o ovo de Páscoa e o chocolate.  Humm!!! Quem não gosta de ganhar um chocolate, não é mesmo? Mas a educação precisa ir além, muito além do que já é incessantemente trabalhado pela mídia em conjunto com a indústria do consumo.

Criança, o que é a Páscoa mesmo?

Vamos ensinar história? Falar de tradições importantes construídas histórica e socialmente? Vamos pegar o calendário e ensinar matemática?  Ciências? Geografia?  Sim. Tudo isso é Páscoa também.  Ah, em ciências não se esqueça de falar sobre alimentação saudável.  Chocolate é bom mas açúcar em excesso… Cuidado!  Vamos ensinar os limites entre o prazer e a saúde? Além disso e não menos importante são os valores.  A Páscoa é um acontecimento histórico e cultural que carrega valores humanos importantes? Sim, com certeza.  E um dos mais importantes e nobres é a doação que está ligada diretamente com a solidariedade.  Neste “mundo cão” onde o egoísmo impera, vamos aproveitar a oportunidade da data festiva e trazer à sala de aula a ideia da solidariedade, da doação, da amizade? As novas gerações são sempre a nossa esperança de um mundo melhor.

Aproveitemos então o tempo que temos com elas para ensinar a serem boas pessoas, porque consumidoras elas já são, pois nasceram num mundo capitalista.

E a Páscoa carrega sim em seu funcionamento conceitos fundamentais para que se reflita sobre atitudes de amor, doação, multiplicação (para o Outro e não só para si).
E tem mais um símbolo importante para mostrar quão rico é o tema Páscoa às crianças: A ovelha. Sim, mais do que o bondoso coelhinho, a ovelha é uma doadora de felicidade e vida. Ela já nasceu destinada a doar-se desde os primórdios da raça humana quando o homem retirou-lhe a lã para poder aquecer-se.
Então, professores, escolas, ainda dá tempo de fazer o seu melhor nessa Páscoa pelas crianças.

Ao invés de perguntar: Quantos ovos você quer ganhar? Ou …Qual o tipo de ovo você escolheu? Pergunte: Que boa ação você vai praticar nesta data especial?

Vânia Mesquita Trindade
Educadora
Diretora do Leaders School Parthenon Campinas SP

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Associação Esperança e Vida

Escolher a escola ideal em 8 passos

Escolher a escola ideal para seus filhos e filhas em 8 passos:

Olá, hoje vou falar como escolher a escola ideal para seus filhos e filhas em 8 passos.

É muito importante ser assertivo na escolha da escola para nossos filhos e filhas. A primeira escola é uma decisão séria e demanda muita pesquisa. A criança na sua primeira e segunda infância (entre 0 e 7 anos) está em formação de personalidade e caráter, está fazendo muitas sinapses neurais (costumamos falar que crianças são esponjas, que absorvem facilmente tudo que está a sua volta), aprende pela experiência, pelo convívio, pelo exemplo. Ela precisa estar em um ambiente saudável, adequado e amistoso, que tenha muito a lhe ensinar, com carinho e acolhimento, mas não deixando de lado a seriedade da formação global nesta fase da vida.

Quando escolha da escola vem pela 2ª vez, muitos pais parecem mais inseguros ainda. Isso acontece porque ou se acostumaram com a primeira escola, mas precisam partir para outra devido a uma necessidade específica, ou porque sofreram alguma decepção e não querem sentir que erraram na escolha novamente.

Há também crianças e jovens que mudam demais de escola. Ocorrências desse tipo precisam diminuir cada vez mais porque a mudança de escola em excesso faz com que o aluno não crie vínculos, rotina e esteja sujeito a diferentes propostas pedagógicas, o que pode resultar em lacunas de aprendizagem.

Dito isto, quero passar para vocês os 8 passos que podem ajudar na sua organização para a escolha da escola, seja esta a 1ª, a 2ª ou a 3ª…

1º passo:

CONHECER A CRIANÇA OU ADOLESCENTE. Sim! É isso mesmo!  Antes mesmo de sair de casa ou pesquisar escolas na internet é necessário perceber as características da personalidade desse sujeito que possui gostos, preferências, maneiras de interagir com o mundo. Existe escola para todo tipo de gente. Escolas mais tradicionais para quem precisa de mais direcionamento, escolas mais alternativas para quem gosta de expandir sua criatividade e é mais dinâmico, etc. Então é fundamental conhecer a fundo e observar as características da criança. Talvez uma criança muito tímida, fechada, que gosta de brincar sozinha, sinta-se num primeiro momento “perdida” e insegura numa escola muito grande, por exemplo. Um jovem que é muito criativo, pensante, expansivo, pode estar infeliz numa escola que tem metas exclusivas por resultados nos vestibulares.

2º passo:

CONHEÇA O ESPAÇO. Não tem como fazer uma sondagem de como é realmente a escola apenas por telefone e pelo site. O ambiente escolar é o lugar no qual o aluno vai passar no mínimo, 4 (quatro) horas por dia de segunda a sexta. Então, organize sua agenda para conseguir marcar visitas. Verifique limpeza, organização, número de pessoas responsáveis cada setor, área externa, salas de aula, banheiros, equipamentos, etc.

Sinta o ambiente. Acredite no seu feeling. Se o ambiente lhe traz paz e segurança é um bom começo. As visitas duram aproximadamente 1 hora.

3º passo:

CONHEÇA A VISÃO PEDAGÓGICA. Mesmo que você não seja da área e não entenda alguns termos específicos, na sua visita faça perguntas, pergunte sobre a pedagogia dessa instituição, seus benefícios, seus resultados e sobre a visão, missão e valores da escola. Tome nota e depois faça uma pesquisa do que ouviu na internet. A escola deve ter uma proposta pedagógica por escrito, que é um documento formal e obrigatório, homologado anualmente pela diretoria de ensino da cidade.
Essa visão deve determinar os rumos do trabalho docente. Portanto ela é fundamental para se dizer que esta escola tem ou não a ver com suas expectativas e necessidades.

4º passo:

PERGUNTE SOBRE A FORMAÇÃO DA EQUIPE: Muitos acham que quem está trabalhando em escolas tem formação obrigatória completa. Porém, existem escolas barateiam seus custos de funcionamento colocando em serviço apenas uma parcela de professores formados. Mesmo os auxiliares de classe devem ter formação específica.

Além disso, pergunte sobre a formação continuada da equipe. A escola deve investir periodicamente em formação e não só contar com um diploma.

5º passo:

EXISTE ABERTURA PARA SE OUVIR A FAMÍLIA? A escola deve sempre estar pronta para ouvir os pais, estar de portas abertas e propiciar sempre um ambiente acolhedor para a família. Pergunte como você pode ter acesso a professores e coordenação quando precisar, pois, se há muita distância e burocracia para que essa relação se estabeleça, você pode ver que algo não vai bem, tarde demais. Pergunte também sobre a periodicidade de reuniões agendadas pela escola com a família.

6º passo:

FAÇA UM TESTE. Sim! Por que não? Quando você vai comprar um carro, não dá uma volta nele primeiro? Então a escola também pode ser avaliada numa visita mais longa, na qual o aluno pode passar um tempo na escola, junto aos alunos da sua possível turma. Há escolas que permitem que se passe um período inteiro de aulas antes da decisão final.

7º passo:

LISTE TUDO: Visite no mínimo 4 escolas e faça uma lista do que gostou. Faça também a lista do que não gostou em cada uma. GRIFE O QUE É PRIORIDADE no lado positivo da lista mas não esqueça do seu feeling e de suas anotações.

8º passo:

PRIORIZE QUALIDADE: Este último passo não é o menos importante. Antes de pensar em preço e proximidade do endereço da escola com a sua casa ou trabalho, priorize a qualidade de tudo o que você observou nos itens anteriores.

O maior erro que as pessoas comentem ao procurar uma escola hoje é colocar o preço e a “logística” em primeiro plano.

Pode até ser que perto de você exista uma escola ótima para seu filho (a) com um preço acessível. Mas isso não acontece com todo mundo. Siga os passos nesta ordem que você verá que a qualidade é prioridade. Também não é a escola mais longe que será a melhor.
Você pode e deve sim começar a visitar as escolas próximas, no seu bairro. Mas visite pelo menos mais duas um pouco mais distantes mas que podem ter o perfil de sua família.
Siga esses 8 passos e evite transtorno futuros.

Sou Vânia Mesquita Trindade, tenho 37 anos, sou formada em Pedagogia e Mestre em Educação Escolar pela Unesp – Araraquara.

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